Giménez: «Tenho muita fome e fogo interno, quero demonstrar aquilo de que sou feito»

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31-08-2026 21:31

Oficializado, esta segunda-feira, como reforço do {TEAM_LINK|9|FC Porto}, o avançado mexicano {PLAYER_LINK|584094|Santiago Giménez} já prestou as primeiras declarações com a camisola portista e destacou a felicidade pela mudança, revelando que falou com vários compatriotas, que passaram pela Cidade Invicta. Amor à primeira vista: «Estou muito feliz. As minhas primeiras sensações são fantásticas. Já vi o Estádio do Dragão e a cidade, impressionou-me muito. Estou encantado com o que vi até agora e é apenas o primeiro dia.» Características: «A minha principal mais-valia é marcar golos. Gosto muito da sensação de permitir aos adeptos celebrarem golos, foco-me muito nisso. Além disso, sou um jogador veloz, potente e que gosta muito de explorar as costas da defesa.» Novo capítulo: «Foi uma decisão muito importante, porque quero continuar a escrever a minha própria história e a sentir-me importante. Ao longo da carreira, sempre joguei em grandes equipas e o FC Porto é mais uma delas. É uma etapa que vai acrescentar muito ao meu trajeto. Quero muito criar uma grande química com a equipa e com os adeptos para continuar a crescer e a ganhar mais troféus. É muito bom estar aqui.» Onde tudo começou: «A minha estreia no {TEAM_LINK|2506|Cruz Azul} foi algo incrível, um sonho. Lembro-me perfeitamente de que estava muito nervoso, mas que no final sentia que todos os sacrifícios que tinha feito em criança tinham valido a pena, porque pude cumprir o sonho de jogar na Primeira Divisão. A partir daí, dediquei-me a 100 por cento ao futebol e sempre quis ter uma carreira bem-sucedida na Europa. Graças a Deus, estou a conseguir.» Ao lado do pai em campo: «Isso aconteceu num jogo amigável. Joguei ao lado do meu pai, que ainda era jogador do Cruz Azul. Foi algo único e incrível que nunca me havia passado pela cabeça. Passei de jogar PlayStation com ele a jogar ao seu lado na vida real, foi incrível.» Sonho de longa data: «Vir para a Europa era o meu sonho de criança, mas sabia que, para o conseguir, tinha de me sair bem no {TEAM_LINK|831|México}. Felizmente, conseguimos ganhar a Liga após um hiato de 23 anos e isso impulsionou a minha vinda para cá.» Mexicano mais goleador da história do futebol neerlandês: «Foi muito importante alcançar esse estatuto. Cresci muito como jogador, só tinha na cabeça o futebol e o {TEAM_LINK|1121|Feyenoord}, só isso importava. Éramos uma grande família e sempre senti um carinho especial dos adeptos, o que me levou a dar tudo em campo e a marcar ainda mais golos. Um jogador nunca pensa nos recordes, simplesmente aparecem. Felizmente, consegui marcar muitos golos nos {TEAM_LINK|825|Países Baixos} e surgiram essas marcas históricas.» Experiência é mais-valia: «Sem dúvida que as experiências passadas me prepararam para chegar aqui. Todos puderam ver o meu crescimento no Cruz Azul e a recompensa que tive dessa mesma evolução no Feyenoord. No Milan não estive ao nível que gostaria, mas foram anos de muita aprendizagem. Agora vou combinar toda essa experiência. Sinto-me uma nova pessoa e esta é uma nova oportunidade. Tenho muita fome e um fogo interno, aqui quero demonstrar aquilo de que sou feito.» Chama acesa: «O espírito da equipa é algo que me impressiona muito. Tenho um lema, que é jogar sempre com a chama acesa. É assim que eu vejo o FC Porto. Como uma família, como uma equipa que treina e joga sempre com a chama acesa. Desde a primeira conversa que tive com ex-companheiros que jogam aqui no FC Porto, todos disseram que a equipa é uma família e que as pessoas gostam que os jogadores deem tudo em campo, ainda mais do que apenas marcar golos. Eu quero dar a vida pelo FC Porto, vou deixar tudo em campo e quero aproveitar esta grande oportunidade que estou a ter.» Clube e cidade de sonho: «Tive a oportunidade de falar com muitos antigos colegas que passaram pelo FC Porto. O primeiro foi o {PLAYER_LINK|454320|Inbeom Hwang}, que atualmente faz parte do plantel. Falei também com o {PLAYER_LINK|367964|Eustáquio}, com quem joguei no Cruz Azul, com o {PLAYER_LINK|187822|Igor Lichnovsky}, que é um grande amigo que também já jogou aqui, com o {PLAYER_LINK|106851|Miguel Layún}, com o {PLAYER_LINK|507002|Jorge Sánchez} e com o {PLAYER_LINK|211935|Héctor Herrera}. No Milan fui treinado pelo {COACH_LINK|2053|Sérgio Conceição}, tenho muitas relações indiretas com o FC Porto e todos me disseram o mesmo, que é uma equipa incrível, que a cidade é fantástica e que as pessoas são fabulosas. {TEAM_LINK|9|Por} isso, quando me ligaram do FC Porto, não pensei duas vezes e disse aos meus agentes que queria vir.»